segunda-feira, 13 de junho de 2016


     O GADO VACUM TRAZIDO
     PARA O BRASIL,
                                                                                                                             Por  Jansen Leiros   


No Brasil, antes de seu descobrimento, jamais ocorrera  a  presença  do  gado vacum, em seu território, como ocorrera  nas áreas continentais eurasianas, ao longo de suas extensões.
De fato, apesar da diversidade de animais nativos, no continente sul-americano  inexistia sequer, um único exemplar  de gado vacum como ocorria nos continentes  do  lado   do velho mundo, ou seja, do lado oriental  da  terra.
Porém, os colonizadores das terras novas, isto é, as terras do Além Mar (como dizem os europeus) não podiam  prescindir daqueles  animais,  pois   que faziam parte do cardápio  de seus  habitantes. Caberia, assim, aos responsáveis pela cadeia alimentar dos novos países provocar o surgimento de um animal de médio porte para sua utilização no cardápio diário, proteico, de paladar agradável, ao gosto dos europeus. 
Seria um prato  insubstituível    na mesa Brasileira, principalmente pela  riqueza de  suas  proteínas.
Havia um ponto importante, o Europeu já conhecia o gado que se constituía um atrativo que já estaria referendado. Seria uma aprovação tácita.

Mas, na verdade o Brasil era um pais novo, com uma economia incipiente ; o transporte oneroso...enfim,  havia de ser estudado com as devidas cautelas.

Somente nos anos sessenta, do século XX, tiveram início as primeiras importações de gado, oriundo da Índia, transportado por navios.

Na verdade, os animais autóctones, do Brasil, tinham vasta diversidade, porém eram selvagens demais para serem cuidados por vaqueiros









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