sábado, 21 de outubro de 2017

H O J E


A NOITE DE HUMBERTO HERMENEGILDO



Foi uma noite atípica - problema na energia elétrica deixou a Academia parcialmente às escuras. Contudo, a invocação do lema AD LUCEM VERSUS efetivamente trouxe a luz interior para os numerosos parentes, amigos e intelectuais, que apreciaram duas alocuções de alto estilo - a saudação do Acadêmico VICENTE SEREJO e o discurso de posse do novo imortal.


Abertura dos trabalhos pelo Presidente Diogenes da Cunha Lima, com a presença da Secretária Leide Câmara e o empossando
 Alguns dos Acadêmicos presentes

 Recebendo as vestes talares
 Foto parcial da plateia
 Discurso de saudação do Acadêmico Vicente Serejo
 Momento do juramento e recebimento do diploma
Discurso do novo Acadêmico, efusivamente aplaudido.

Momento emocional - o abraço da mãe do novo imortal.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

H O J E



A VERNISSAGE dos quadros de NEWTON NAVARRO, gentilmente cedida pelo escritório HOLANDA ADVOGADOS transformou-se num evento concorrido e bastante apreciado.


 Abertura pelo Presidente do IHGRN, com brilhante apresentação do artista Newton Navarro pelo Acadêmico Iaperi Araújo e a presença do Deputado Estadual Ermano Morais
 Mesa Diretora dos Trabalhos
 Acadêmicos da ANRL Lívio Oliveira e Carlos Gomes
 Vista parcial da plateia, notando-se a presença dos membros do escritório HOLANDA ADVOGADOS.

 Em destaque na foto: Carlos Gomes, Jurandyr Navarro, Gustavo Sobral e Guga


Visitação ao acervo


No Largo Vicente de Lemos: Armando, Joventina e Cícero Macedo
 Presença do jornalista Nelson Freire. Registre-se, mesmo fora da foto, a presença do consagrado artista plástico Ery Medeiros, que na mesma data estava promovendo a Exposição "Sonho da Nação", patrocinado pelo Grupo Neoenergia.
 Três pesquisadores de peso: João Feliz, Ormuz Simonetti e Gustavo Sobral
 Abrilhantando a festa: Nelson Freire, Cícero Macedo, Armando Holanda, Ormuz Simonetti, Geisa Simonetti e Joventina Simões
Carlos Gomes e o marco de Touros
Therezinha Rosso entre duas relíquias do IHGRN
 (a primeira pia batismal de Natal e o marco de Touros).

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

H O J E



Casa Mariana



texto Gustavo Sobral e ilustração Arthur Seabra

Casa da poeta Elizabeth Bishop em Ouro Preto

Quando a chuva goteja descendo pelas águas da casa, o horizonte já é cinza. Aquela névoa forma uma cortina flutuante que encobre o tudo mais adiante. Quando a chuva goteja já se preparou o tempo que faz de Ouro Preto uma cidade suspensa nas nuvens. Tudo o que é sólido flutua no ar. Uma terra montanhosa, em poesia de aclives e declives, que a cada subida e descida revela uma paisagem no silêncio. Serras, montanhas, vales, tudo pontuado pelo casario.

A casa é uma casa de poeta, feita do singelo, do menor, com esmero, com cuidado e cercada pela simplicidade. Para a poesia, a residência é o encanto. Enquanto a bruma enevoa o tempo, o passado evoca a história dessa casa. Elizabeth Bishop, poeta norte-americana, vem viver no Brasil e compra uma casinha em Minas, Ouro Preto. 1965, ano da compra. E mais três anos de transformação de ruínas em casa. A amiga Marianne Moore, que insistia para a empreitada, foi homenageada, e ficou a Casa Mariana. Casa antiga, colonial do século XVIII, imprecisa data, quinhentos e treze metros quadrados.

 Construída sobre um rochedo, desce em terraços, jardins, pomar, e cai num muro de pedra. Sua cerca é um rio que corre lá embaixo desenhando o terreno. O telhado, a poeta anotou que tinha a forma de uma lagosta emborcada. Assoalho de madeira, poucos móveis e antigos, todos úteis, poltronas para ler e escrever, uma cama confortável para amanhecer no pequeno quarto. Café da manhã e vista para o tempo pela janela de vidro; vaso com flores sobre a mesa, lareira de ferro trazida dos EUA para aquecer a sala.

Um abajur aqui, outro acolá, para brilhar à noite. Armário para livros. Chaleira na cozinha para água do café e experimentos de receitas. Gatos pela sala. Ali, quando a vida passava no sossego, nasciam poemas. E assim se escreveu na casa a fase de Ouro Preto na vida de uma poeta americana que, se viveu uma vida atribulada nos seus descaminhos, resolveu na poesia os retratos da vida.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017


Eventos Assessoria <eventusbr@yahoo.com.br>

O PATROCINADOR PRIVADO, PARCEIRO NO UNIVERSO CULTURAL
O investimento privado em cultura, feito via leis de incentivo fiscal, é um caminho de excelência adotado como iniciativa para o fomento às atividades culturais, contemplando o setor cultural e a sociedade civíl (gestores, produtores, organizações, coletivos). Neste sentido,  ainda se mostra ideal para ampliarmos as possibilidades de investimento privado em cultura e para repensarmos o principal modelo vigente, dado que há um leque de alternativas muitas vezes desconhecidas ou subaproveitadas, que cada vez mais aumentam com a inovação e experimentação de novas parcerias e modelos de mobilização/aplicação  de recursos e execução de projetos.

Nesse sentido, além de buscamos ampliar o conceito de cultura,  diversidades culturais e multiculturalidade, consolidando os novos modelos de investimento privado em cultura, objetivamos ampliar a atuação das empresas e dos profissionais envolvidos nesta área, fomentando o reordenamento de suas ações, buscando realizar o melhor projeto obtendo melhores ganhos, cumprindo propósito de criar novas oportunidades de fomento nas atividades artísticas e culturais, na perspectiva da consolidação dos ciclos artístico-culturais e do fortalecimento dos elos das cadeias criativas e produtivas da cultura, propiciando a circulação e fruição de benefícios decorrentes de ações afirmativas.
Assim, os que trabalham com responsabilidade social em empresas, áreas de marketing, agências de publicidade e comunicação social,  gestores/as e produtores/as culturais independentes ou de empresas, organizações e coletivos que atuam com projetos, programas ou políticas socioculturais ou vinculados à cultura,.e  se dispõem a repensar os modelos de investimento em cultura, inovando na forma de pensar responsabilidade social corporativa, patrocínio e comunicação, reconhecem a importância e as vantagens da aplicação e dedução de recursos através das leis de incentivo à cultura, carecendo, ainda, de aprimoramentos.
                                (Francisco Alves da Costa Sobrinho)